Mpox: Minas Gerais registra 33 casos após nova confirmação em Confins

Município da Região Metropolitana de Belo Horizonte confirmou o primeiro caso da doença no sábado (31); estado soma 33 diagnósticos em 2026.

Minas Gerais contabiliza 33 casos confirmados de Mpox em 2026. O número ganhou um novo registro neste fim de semana, após a Prefeitura de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, confirmar o primeiro caso da doença no município, no sábado (31 de outubro).

Segundo informações da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), a maior parte dos casos identificados no estado está concentrada na população com idade entre 15 e 34 anos.

Após a confirmação, a Secretaria Municipal de Saúde de Confins divulgou orientações à população sobre os sintomas da doença e os cuidados necessários para reduzir o risco de transmissão.

Histórico de casos em Minas Gerais

Os registros de 2026 representam uma redução em relação ao ano anterior. Em 2025, Minas Gerais contabilizou 136 casos confirmados de Mpox. Já em 2024, foram 68 registros.

O maior número da série ocorreu em 2022, quando o estado chegou a 610 confirmações. Em 2023, foram registrados 53 casos.

Quais são os sintomas da Mpox?

A Mpox é uma doença infecciosa causada pelo vírus MPXV. Entre os principais sintomas estão febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios, fraqueza, aumento dos gânglios linfáticos, conhecidos como ínguas, e lesões na pele.

As manifestações podem aparecer em diferentes partes do corpo, incluindo rosto, mãos, pés e regiões genital e anal.

O intervalo entre a exposição ao vírus e o aparecimento dos sintomas geralmente varia de três a 16 dias, podendo chegar a 21 dias.

Como ocorre a transmissão?

A transmissão acontece principalmente pelo contato direto com lesões na pele, secreções e fluidos corporais de pessoas infectadas. Também pode ocorrer pelo compartilhamento de objetos contaminados, como roupas, toalhas e roupas de cama, além do contato próximo e prolongado.

As autoridades de saúde recomendam evitar contato direto com pessoas que apresentem lesões suspeitas, não compartilhar objetos pessoais e manter a higienização frequente das mãos.

Pessoas que apresentarem lesões suspeitas na pele, especialmente quando acompanhadas de febre ou outros sintomas, devem procurar uma unidade de saúde para avaliação.

A confirmação do diagnóstico é realizada por meio de exames laboratoriais.